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Como olhar o mundo a partir da inocência?

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Nos cenários do mundo, a presença da insatisfação e da insegurança é grande. E há um motivo central para isso: o sistema de pensamento humano. Aqui há um caminho para compreender de verdade o que acontece
inocência

Você já reparou o quanto há em nossos dias uma insegurança que nos ronda? A gente lida com insatisfações o tempo todo,  isso nos provoca a buscar melhorias em nossa condição para poder acabar com essas insatisfações. Pode ser desde comer porque sentiu fome, ou descansar quando está com sono, como mudar de emprego, rever o orçamento, mudar de casa, fazer dieta, ou até se dedicar mais às relações. 

A questão é que mesmo quando parece tudo certo, as coisas estão exatamente do jeito que você queria/ sonhava, existe o esforço para sustentar isso, com medo de que logo algo saia do lugar, ou você mesmo se inquiete achando que tem melhor, ou seja, gera uma insatisfação e se coloca em processo de mudança de novo. 

Isso faz sentido para você? Se pararmos para observar, não é difícil constatar que é isso mesmo, não? E parece que o normal é que seja assim, afinal, é assim para todo mundo. No entanto, quando consideramos que há uma base que alicerça a cultura humana, percebemos que dentro dela não temos uma solução para isso. E esse desconforto não é mais algo velado, no entanto, encontrar uma saída definitiva para isso exige um reolhar muito profundo para as bases do pensamento e a busca de novas referências. Foi o que Kaw Yin e Yan Yin compartilharam na última edição do programa A Verdade Está No Ar, com o tema “Inocência, impecabilidade e correção”. 

No programa eles salientaram o fato de nosso sistema de pensamento e de crenças resulta em projeções que são percebidas de maneira a confirmar o que se pensa, e dessa maneira, os cenários são construídos para que essas sensações sejam encenadas, e vividas. 

“O mundo é um cenário no qual podemos observar mentalidades se expressando ou demonstrando as características do sistema de pensamento vigente nos atos, nas palavras, nos movimentos, na qualidade dos sons emitidos, assim como no aspecto dos cenários dentro dos quais os roteiros são apresentados. Quando observamos os cenários, podemos perceber facilmente que há uma busca por condições de sobrevivência de espécies que transitam na certeza da vulnerabilidade das condições que mantém a vida e status de conforto ou de satisfação”, explicaram Kaw Yin e Yan Yin no programa. E ainda complementaram a explicação comparando o mundo ao cenário de um filme. .

“A montagem do cenário visa envolver o espectador na atmosfera do roteiro, trazendo elementos que gerem sensação de realidade. Os estudos e o desenvolvimento de toda essa arte de compatibilizar o cenário com as intenções e sensações contidas no roteiro, foram feitos a partir da observação das posturas humanas e seus relacionamentos. Sendo assim, precisamos observar todo o cenário no qual os roteiros se desenvolvem nas relações humanas e seus reflexos, para compreender as sensações e as ideias contidas nos sistemas humanos de pensamento”.

Mas essa visão para a compreensão do que os cenários contêm não pode ser alcançada a partir do sistema de pensamento individual que temos e de uma percepção condicionada e seletiva. É necessário buscar novas referências vindas de um lugar real e verdadeiro. “Somente a verdade pode ser referência para qualquer correção, que é levar equívocos até a sua verdade correspondente”, salientaram Kaw Yin e Yan Yin no programa.  

Acessar uma visão verdadeira sobre os fatos é algo que não cabe dentro do sistema de pensamento humano. 

“A verdadeira razão somente pode ser alcançada pela visão onisciente, na qual todas as premissas universais são levadas em conta, com vistas a uma meta real, ou seja, a meta na realidade da existência que abrange e atende ao real anseio de todos os seres que vivem e que coexistem em uma realidade una com todos e com Deus.

Quando Jesus disse: “Buscai antes o Reino de Deus e a sua justiça” ele estava dizendo que é na onisciência de Deus que podemos encontrar a verdadeira razão para todas as coisas e  real utilidade de todas as cenas na otimização do retorno de todos à Realidade da existência, que inclui a tudo o que existe e que possui a vida que foi gerada e compartilhada por Deus”.

Diante disso, o reconhecimento da inocência acontece, pois há o entendimento de que nenhuma lei de Deus foi transgredida, e se manteve perfeito na mente de Deus, o que garante a nossa impecabilidade, e a correção é apenas a amorosa orientação de Deus para esse entendimento. 

No reconhecimento da inocência, não mais nos culpamos ou culpamos os outros, e na não culpa, aceitamos a plenitude da vida, e a perfeição de todas as coisas, compreendendo que a insatisfação era causada apenas pela falta de contato com o que somos. 

“Correção jamais será declaração de culpa diante de Deus, que criou a imutabilidade perfeita e, conhecendo perfeitamente a sua criação, pode confiar nela para sempre, na visão de que equívocos não são realidade, mas apenas uma equivocada percepção de si mesmo.

Sejamos então trabalhadores da correção sob a orientação de Deus e, nessa confiança, poderemos abandonar todos os nossos julgamentos e substituí-los pela visão com Deus”, concluíram.

Para compreender a construção completa e encontrar um caminho de respostas a essas insatisfações e inseguranças, assista ao programa completo: 

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