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O verdadeiro autoconhecimento

Redação Coexiste

Redação Coexiste

As respostas para todas as questões de caráter existencial.
Autoconhecimento

O processo de autoconhecimento precisa ser feliz, pois se conhecer, é conhecer a verdade sobre o que somos, e o que somos é, em sua natureza, feliz. Essa frase pode ser entendida como um bálsamo, ou como uma grande viagem, depende de como você tem experimentado o seu processo. 

Mas que o que somos é feliz, independente de como temos experimentado o processo, seja ele qual for, e do que pensamos sobre essa frase, isso é fato. Na verdade, caminho do autoconhecimento precisa ser experimentado com conforto, e alegria, e não com sacrifício, e isso é uma boa notícia. 

Mesmo que soe estranho, vale compreender objetivamente por que autoconhecer-se é feliz. E isso passa por compreender objetivamente o que seja o autoconhecimento. 

Autoconhecimento, obviamente, é conhecer a si mesmo. Ok, até aí estamos entendidos. Mas se aprofundarmos um pouco mais, quem é esse si mesmo que precisamos conhecer? 

No episódio 523 do programa A Verdade Está No Ar – A Verdade Não Culpa , Kaw Yin e Yan Yin, fundadores da Coexiste, falaram sobre ser objetivo ao se olhar pra isso, eles até brincaram que quando se fala em autoconhecimento, ninguém vai estudar anatomia, pois é sabido que não somos um corpo. 

Para nos conhecer, precisamos entrar em contato com o que somos. “Há uma Verdade sobre o que somos e isso está acessível para ser conhecido. O que somos nos pertence e está sempre presente em nossa existência ininterruptamente. Se isso está sempre presente, significa que o que pensamos sobre isso não impede a presença do que somos. Se não estamos em contato com o que somos, não é pela falta da presença, mas pela falta de contato com o que sempre esteve e continua presente”, explicaram. 

Agora como acontece essa falta de contato com o que nós somos? A gente acredita ser o que pensamos sobre a vida e sobre nós mesmos, e vivemos focados nesses pensamentos. A partir do que pensamos, orientamos a nossa percepção a buscar nas cenas, e nos cenários elementos que confirmem nossos pensamentos, nos mantendo assim distraídos do que somos. 

“Se olharmos para nossa mente, vamos perceber que há pensamentos rodando em muitos níveis, desde os mais conscientes até os mais inconscientes, que agem  continuamente, determinando nossa forma de perceber, de significar e de sentir tudo à nossa volta. São esses pensamentos que têm determinado o foco da nossa mente”, disseram Kaw Yin e Yan Yin. 

Nesse esquema, nos mantemos distraídos do que somos e limitando a nossa existência ao que percebemos através do corpo, e ao corpo, nos ocupando em retroalimentar esse sistema de pensamento até a morte do corpo, e sem termos consciência do que acontece depois, como se nossa existência fosse isso. 

Como buscar o autoconhecimento?

Para nos libertarmos desse processo e buscarmos o verdadeiro autoconhecimento, precisamos nos localizar nesse processo. Se observamos o que pensamos, não podemos ser nossos pensamentos. Logo, precisamos retomar o contato com esse que observa. 

“Uma coisa podemos ter certeza: para que eu possa observar tudo isso, tem que haver um observador. Ou seja, eu existo, porque eu percebo nitidamente que eu sou o observador que observa, mesmo enquanto não vejo a Verdade sobre mim e sobre tudo o que percebo”, ensinaram os professores, indicando o caminho de localização disso em nossa mente. 

 A partir dessa observação, podemos, então, olhar e questionar se realmente não nos conhecemos, ou se estamos apenas nos mantendo distraídos com nossas arquiteturas de pensamentos, e percepção, utilizando desses mecanismos para dizer o que somos e como somos. 

Dessa forma, acabamos nos enganando sobre nós mesmos, e nos mantendo desconhecidos por nós mesmo. Desconhecemos assim a natureza abundante e plena da nossa existência, onde nada nos falta, e onde somos realizados com o que somos. Quando nos distraímos disso, nos enganamos, e acabamos, assim, traindo a nós mesmos. 

“Se estou me enganando deliberadamente o que eu sinto em decorrência disso somente pode ser, de fato, culpa, desgosto e discordância de mim mesmo. Isso significa que preciso ver e compreender todo esse processo para descobrir que toda culpa que sinto é por enganar a mim mesmo”, elucidaram Kaw Yin e Yan Yin durante o programa. 

Compreendendo que essa é a fonte da culpa, que é a causa de todos os conflitos, desconfortos e sofrimentos pelos quais passamos, podemos, ao entrar em contato com o que realmente somos, ver que a Verdade sobre nós não tem culpa. E se não há culpa, ela não culpa. 

“A Verdade é feliz por que eu sou feliz.somente os meus pensamentos podem inventar uma infelicidade que nunca fez parte da minha existência”disseram. 

Com isso em claro em nossa mente, podemos, assim, tomar a decisão de retomar a consciência sobre quem somos, mantendo em nossa mente essa postura compartilhada pelos consultores existenciais na conclusão do programa: 

“Só quem pode não me conhecer é quem eu nunca fui.

Agora eu quero voltar a ver quem eu sou e ver tudo a partir do que eu sou, sem arquiteturas de engano.

Eu quero ver porque o que eu sou pode ver, porque o que eu sou é perfeito em sua visão porque o que eu sou vê com a visão compartilhada com Deus.

A Verdade sobre mim é a verdade em unidade com Deus.

A Verdade é em unidade com Deus e sendo em unidade com Deus,a Verdade não culpa.

A Verdade abençoa eternamente”. 

Para assistir o programa na íntegra e compreender toda a construção, acesse: 

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