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Dê o primeiro passo, confie

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O filme Raya e O Último Dragão lançado este ano pela Walt Disney Animaton Studios mostra por que a confiança é o caminho para resgatarmos o que mais queremos: a vivência da unidade
Confiar

Se você já assistiu ao filme Raya e O Último Dragão deve ter percebido que ele mexe com uma vontade muito profunda que todo mundo tem, e que nem percebe: a vontade de se unir. Se olhar bem no fundo, você tem muita vontade de se unir, de se sentir parte, de não ter medo, nem se defender de ninguém. Só que essa vontade é abafada pela dificuldade que sentimos em confiar, e esse é o tema do filme. 

Se ainda não viu, assista, e prepare-se para ter o seu coração fisgado com tudo o que o filme te propõe. A nova animada Disney vem num momento preciso, em o que o mundo evidencia tantas segmentações, e discordâncias, ele fala sobre dar um primeiro passo para confiar e se unir. 

A história se passa em Kumandra, uma terra distante que vivia em paz com os dragões, que tinham trazido para os povos a água e muita abundância. Mas houve um momento da história em que os povos discordaram entre si, e foram assim, assolados pelos Droons, uma praga que destruía tudo o que vivia. Para salvar os povos, a lenda diz que o dragão Sisu guardou sua magia em uma joia, o que impedia os Droons de se aproximarem, e assim, os dragões foram extintos. 

Ao invés de os povos se sentirem gratos pelo feito, e viverem em unidade, eles passaram a brigar para ver quem ficaria de posse da joia. Os povos representavam cada um uma parte do corpo do dragão.

A confiança e seus efeitos

Quando a história começa, a joia está sob custódia do Coração, um reino abundante, cujo líder, pai de Raya, tem a intenção de unir os povos. Quando oferece um banquete para todos os líderes com a intenção de apresentar a proposta, é realizado um golpe, em que há uma tentativa de roubo da joia, que se parte, e com isso, cada um leva um pedaço. Com isso, os Droons voltam a atacar, e assim tornam uma boa parte da população dos reinos pedra. É aí que começa a saga de Raya em busca do último dragão, a Sisu, na tentativa de salvar os reinos dos Droons. O dragão logo é encontrado, mas a solução que ele traz vai muito além da mágica. 

O filme é recheado de elementos que nos ajudam a compreender o quanto a confiança é o caminho para se alcançar o estado de plenitude e abundância. E como, para confiar, você tem que desconsiderar todos os seus condicionamentos. “Para confiar você vai ter que passar por cima dos seus condicionamentos, o mundo te ensinou a não confiar, só que viver assim é muito ruim. Você tem que passar por cima de todos os condicionamento e confiar no ser. Tem uma coisa que o mundo confunde muito, você pensa de um jeito e confia que a pessoa vai agir como você. Uma mãe quando tem um filho, ela tem certeza que o filho vai pensar como ela. Isso não é confiança, isso é controle. Confiar é no que a pessoa é. Todas as pessoas querem a mesma coisa, e é nisso que tem que confiar, que aquele potencial divino está lá, e é sobre isso”, disse Yan Yin, fundadora da Coexiste, na CineAula em que o filme foi exibido. 

Nos elementos trazidos pelo longa, ficam claros os efeitos da não confiança. Quando Sisu, a dragão, desperta, ela logo avisa que ela não fez aquilo sozinha, que era como na escola quando seu grupo faz o trabalho e você coloca o nome. Conforme a história se desenrola, a dragão revela que a joia foi o efeito da união entre os irmãos dragões, eles se uniram colocando toda a sua magia ali e confiaram nela para levar a joia onde era necessário. Ou seja, os Droons, uma praga que se alimentava entre a discórdia dos povos, foram combatidos pela união entre os irmãos. E o fato de eles terem confiado nela fez com que ela acreditasse mais em si mesma, e quisesse compartilhar isso com as pessoas. 

Na jornada pelas tribos para recuperar os pedaços da joia, Raya vai descobrindo nos aparentes inimigos, pessoas que também sofrem como ela, por quererem de volta os entes perdidos pela praga, e assim, se aliam em uma meta. Até a última pessoa, que foi quem enganou Raya durante o banquete e que resultou na situação em que eles vivem.

Encorajada por Sisu a dar o primeiro passo e confiar nessa pessoa, Raya se vê no impasse entre manter o que pensa, ou confiar. E por fim, é a confiança que acontece entre todos que salva o reino, e recupera Kumandra. Mas dessa vez, com muito mais força, eliminando de vez a praga da discórdia. 

“Todo mundo queria confiar, e no final do filme, quando as pessoas resolvem confiar, aí você chora, dá uma emoção, porque tocou num ponto que pra você é fundamental. E se você quer isso, por que não exercer isso? Por que a Raya demorou tanto para assumir? Se no fundo era o que ela queria também, parece que não pode. O pai dela falava “dá você o primeiro passo, começa você confiando nas pessoas”, ressaltou Kaw Yin.

No filme, tem ainda um momento em que a Raya tenta confiar, mas ainda não consegue, e acaba julgando a rival, achando que ela fará outra maldade. A desconfiança de Raya faz com que ela se defenda e atire, fazendo com que Sisu seja ferida. Mas no mesmo instante ela compreende que a confiança da dragão Sisu recuperaria a confiança de Namaari em si mesma. 

“Quando a Raya finalmente confiou e entregou para Namaari tudo o que ela tinha, a Namaari não tinha outra coisa para fazer também, se não se juntar na missão de salvar. E não foi juntar os pedaços da joia que salvou o reino, mas sim a confiança entre eles. Como na primeira vez foi a confiança e união entre os dragões que gerou a joia, agora foi a confiança entre eles que eliminou a discórdia do cenário. E como a atuação delas não foi com pessoalidade, elas fizeram o que tinha que ser feito, isso foi benéfico para todos”, destacou Yan Yin. “A cura do mundo é as pessoas confiarem umas nas outras e saírem da sensação de defesa e ataque”. 

Na prática

Como no filme, quando alguém recebe a confiança plena de alguém, ela consegue mudar o que pensa sobre si mesma. “ Quando você confia em alguém, você não tem noção no que você muda na vida da pessoa. Se você tem um filho, um funcionário, qualquer relação. A pessoa tem uma crença que sempre vai dar um jeito de manifestar e confirmar ideias não legais sobre si mesma. E se você confiar na pessoa, no que ela é, ela vai se superar, e vai gostar dela mesma, e aí reverte o ciclo, em vez de confirmar crenças, e ela começa a provar que tudo o que ela faz dá certo, então pode confiar que dá resultado. Entende por que a salvação do mundo está nisso? Você precisa confiar, todos são filhos de Deus, e todos têm Amor dentro de si”, explicou Yan Yin. 

“Não fica claro que todo mundo quer confiar e se unir uns com os outros? A gente é livre. podemos viver assim para sempre, por que não? E parece que isso é opcional, mas na verdade não tem opção, nós não somos separados, nossa existência não é separada, é uma coisa que ou você entende isso agora, ou entenderá um dia. É que as pessoas pensam em separação, não que elas sejam separadas. A vida nunca foi separada, isso nunca existiu, e quando as pessoas sentem a oportunidade de se unir, elas se emocionam, porque é tudo que elas querem, e isso é o fim do conflito entre as pessoas, é o que todo mundo quer. Dê o seu primeiro passo. A gente aqui só faz isso, todos os nossos cursos são para treinar a unidade, para buscar percepção verdadeira. Se todos virem a verdade sobre os fatos, todos verão a mesma coisa, isso é só uma questão de tempo para que todos vejam a mesma coisa. Perceba o quanto você gosta disso, então, pare de evitar se unir. Confie”, finalizou Kaw Yin. 

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