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Tudo certo, nada errado

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É possível olhar para o mundo e não considerar as coisas certas ou erradas. A alternativa para isso: a verdadeira compreensão do que se apresenta
Certo e errado

Você passa os seus dias pensando em certo e errado? Pode parecer que não, né? Mas quantas situações se apresentam a você e você olha considerando aquilo como certo ou errado, bom ou ruim? Pode ser ao lidar com uma notícia ou com a louça que alguém deixou  na pia sem lavar. Pode ser um prazo perdido no trabalho em função de uma etapa não concluída por alguém, ou você, sozinho, considerando se deveria mesmo ter falado aquilo para aquela pessoa. As oportunidades não faltam. 

Aí se voltamos para a primeira pergunta deste texto, você pode reconsiderar, e ver que o certo e errado te acompanham a todo instante, né? 

Agora, será que os parâmetros que se utiliza para essa avaliação são absolutos? Ou o que é certo pra você pode não ser para o outro? E pode ser que você se ache certo e o outro te ache errado, ou vice-versa. Ou seja, cada um tem uma base muito relativa ao que viveu, aos valores que carrega, ao que acredita, para olhar para as situações, circunstâncias, eventos e pessoas e determinar o que elas são, julgá-las. 

Quando se coloca luz sobre esse assunto, é fácil perceber as limitações por trás desses julgamentos, afinal eu só consigo olhar para as situações, eventos, circunstâncias e pessoas a partir do que eu penso e, assim, confirmar o que já penso. 

A partir desse entendimento também é possível compreender a relação que essa visão traz com a falta de paz nos nossos dias, afinal, considerar algo errado e ter que conviver com isso faz com que tenhamos sensações de injustiça, medo, raiva, solidão. 

Esse é um mecanismo de qualquer sistema de pensamento. “Todos os sistemas de pensamento em qualquer tempo, em qualquer condição geográfica, em qualquer cultura, de qualquer subgrupo cultural ou que esteja sendo demonstrado por qualquer indivíduo que esteja inserido em uma cultura, são sistemas adotados ocasionalmente, com meta em confirmar pensamentos, individuais ou culturais de um grupo social’, explicam Kaw Yin e Yan Yin, fundadores da Coexiste. 

Então, como fazer para sair disso? Existe algo absoluto em que podemos nos basear? E se existe, como alcançar isso? 

Se o que percebemos e julgamos como certo ou errado se origina em nosso sistema de pensamento, então, podemos buscar o que as coisas são de verdade, e fato é que existe uma verdade para além de tudo que pensamos. Antes de pensar, nós existimos, e o fato de ficarmos focados em nosso sistema de pensamento faz com que deixemos de olhar para nossa existência comum a todos, e a partir dela, compreender o que se apresenta em todas as cenas. 

No último programa A Verdade Está No Ar, foi sobre isso que Kaw Yin e Yan Yin nos ensinaram. Que é possível buscar essa base absoluta antes de olhar para as cenas. E até é possível compreender mais sobre isso no programa anterior: A Realidade e O Mundo dos Códigos. 

Eles ressaltaram que essa base tem sido ensinada para nós por muitos sábios que aqui passaram. René  Descartes buscou essa base absoluta para olhar para as coisas, daí a frase “Penso, logo existo”. Jesus nos ensinou que a verdade nos libertará e Sócrates assumiu o fato: “só sei que nada sei”, para poder assim, olhar pra as cenas e compreendê-las. 

Aliás, essa é a solução. Não se trata de buscar algo para julgar e dizer que isso é certo ou errado, mas sim, de buscar o contato com os fatos que se apresentam, e dessa maneira, compreender as estruturas envolvidas em cada uma dessas situações, eventos e circunstâncias, e a partir dessa compreensão, atuar de forma precisa para trazer mais clareza a todos. 

Isso começa em admitir que não estamos em condições de julgar as circunstâncias, situações e eventos, e pessoas. 

“Temos que admitir que não estamos habilitados para estabelecer o certo e o errado, a partir do que nossos sentidos captam se utilizando do nosso sistema analítico com base em nossas experiências passadas ou com base em um inconsciente individual ou coletivo.

Se queremos ser realmente verdadeiros, precisamos admitir que temos que assumir um compromisso com o caminho que nos leva até a verdade sobre todas as expressões que nos chegam”, ensinaram Kaw Yin e Yan Yin. 

Essa visão não é alcançada solitariamente, mas sim, de forma inspirada, quando permitimos que as cenas cheguem até nós e nos contem o que há ali para ser visto, e aprendido. 

“O contato isento com o fato não nos traz o certo ou o errado, nos traz apenas a possibilidade de saber o que é o fato e aprender com ele a partir do que ele é.

Ele é uma expressão de um contexto de relacionamentos em cuja resultante está a nossa possibilidade de encontrar caminhos mais otimizados para eliminar equívocos de ótica, ideias ilusórias, eliminar diferenças que não existem, eliminando conflitos e resgatando a paz que reside na visão compartilhada da verdade dos fatos que nos conduz até a realidade do que somos em unidade com todos e com Deus.

Precisamos apenas abandonar o julgamento, o certo e o errado para simplesmente conhecer os fatos e nos unirmos em uma visão realista, a partir da visão compartilhada com Deus”, finalizaram. 

É um outro jeito de pensar e se relacionar com o mundo. 

Você pode compreender esse conteúdo na íntegra acessando o programa aqui.

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