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O quanto você considera a sua existência no seu cotidiano?

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Nossa mente é ocupada com muitos assuntos e acontecimentos cotidianos. Mas enquanto estamos focados nisso, o quanto pensamos na nossa existência? E se você souber que só a partir disso poderá encontrar a real felicidade? Isso é sabedoria na prática
Cotidiano e existência

O nosso cotidiano ocupa muito espaço na nosso mente, né? Ele é o objeto de foco de nossas ideias, de nosso tempo, de nossa energia. Investir, organizar, dar conta do nosso cotidiano é considerado viver. Passam-se os dias, os anos, e assim, vivemos. Isso define nossa existência?

Agora o que compõe esse cotidiano? Assuntos? Questões? Momentos de alegria e momentos de tristeza? Momento de paz e momentos de inquietação? Organização de rotinas? Trabalho? Suas relações com amigos, familiares, namorados, e afins? Altos e baixos fazem parte dele? Aí uma hora você tem o boleto pra pagar, em outro momento consegue terminar aquele livro, e ainda numa outra fica doente, ou termina um namoro. E aí em cada momento um desses assuntos assume um espaço maior na ocupação dos seus pensamentos, não é assim? 

E pode ser até que a busca espiritual, o autoconhecimento esteja presente no seu cotidiano, mas ele entra como mais um assunto nessa lista, né? Tem o momento de meditar, de orar, de se dedicar a conexão consigo mesmo e com Deus, e depois vem o momento de fazer a reunião, assim como o momento de comer, de planejar a viagem, de estudar. E assim por diante. 

Agora nessa rápida leitura de como o nosso foco se configura no dia a dia, onde fica a nossa existência nisso tudo? Tudo bem, para fazer tudo isso a gente existe. Mas o foco da nossa mente não fica na nossa existência, né? Ou a gente acha que fazer tudo isso configura a realidade de nossa existência? Que viver nosso cotidiano é existir? 

Foi esse o questionamento que Kaw Yin e Yan Yin trouxeram na edição 508 do programa A Verdade Está No Ar. Com o tema Minha Existência e Meu Cotidiano, o programa trouxe o convite de olhar para isso.  

Real existência 

“Mas se o seu cotidiano não corresponder à sua realidade e a sua realidade é a sua real existência, então a sua atenção está toda voltada para algo que não é a sua condição real de existir”, colocaram Kaw Yin e Yan Yin, fundadores da Coexiste. 

Esse questionamento pode parecer distante, afinal, você tem experimentado o dia a dia como sua existência. E se não for isso, seria o que então? Como ver que nosso cotidiano não é nossa condição real de existir? 

“Primeiramente é necessário dar um nível mínimo de crédito a essa possibilidade, para encontrar motivação suficiente para iniciar seriamente essa investigação e, talvez, reverter isso, na medida em que se conscientize de que isso realmente está ocorrendo e que, na verdade, não é o que você quer, porque, obviamente o que você realmente quer, tem que estar direcionado para o que você realmente é”, explicaram. 

Aliás, esse é o ponto central. Em contato com nossa real existência conheceremos nossa real vontade, e enquanto não nos permitimos o contato com isso, acabamos vivendo nossos dias sem atender ao que realmente queremos, o que traz toda a sensação de insatisfação, de falta, de conflito, e sobretudo, a sensação de investir no vazio. 

“A questão não está no que você tem feito, mas por que você tem feito e o grau de consciência que você tem sobre isso, levando em conta que a coisa mais importante pra você, sem dúvida, é o seu querer e, talvez, você ainda não tenha descoberto o que você realmente quer e talvez esteja dedicando o seu cotidiano ao que você não quer realmente, mas não está se dando conta disso. Esse é o verdadeiro treinamento de autoconhecimento. Esse é o verdadeiro caminho ou a verdadeira forma de buscar um caminho que traga para você a certeza de que seus investimentos cotidianos estão alinhados com o que você realmente quer. O que você realmente quer tem que, necessariamente, satisfazer o que pede o seu coração que obedece à sua real existência e não ao condicionamento a que você se submeteu, independente do grau de consciência que tenha disso”, esclareceram. 

Entrar em contato com a nossa existência é o caminho de trazer a paz para o mundo e dar um real significado e propósito a tudo o que é vivido nos nossos dias, de forma que nenhum relacionamento, nenhuma situação, pessoa ou circunstância seja deixada de fora desse exercício. 

“Esse tem que ser um verdadeiro treinamento em um caminho espiritual, pois nossa realidade é espiritual, ou seja, é no nível do espírito que existimos e é somente nesse nível que poderemos encontrar nossa real felicidade e nossa verdadeira paz, para poder trazê-la ao mundo e compartilhar o amor que, no contato com o que somos, descobrimos ser essa a nossa matéria prima, herdada de Deus em nossa criação.

É a partir disso que poderemos olhar para nosso cotidiano e usufruirmos de todas as cenas que se apresentam para que sejam levadas ao seu real significado que nos traz a real compreensão de como essas cenas podem nos trazer respostas que nos colocam, a todos, mais perto de Deus, para que possamos nos orientar em um caminho verdadeiramente otimizado até que, juntos, o definitivo despertar nos alcance e nos devolva nossa unidade existencial na eterna e perfeita realidade, que tem como única fonte o que realmente podemos chamar de Deus”, concluíram. 

Esse passo a passo foi mais explicado no programa, que pode ser assistido integralmente aqui. É um convite para podermos viver plenamente: 

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