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A Paz, a busca pelo desconhecido

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O que é o estado de Paz? Você conhece o estado de paz? Você quer alcançar o estado de paz? Como estabelecer uma meta sem conhecê-la? Como ter motivação constante para o desconhecido? A Paz depende das circunstâncias? Se depende, então você vai ter que mudar todas as circunstâncias que tiram a sua Paz, para você poder ter Paz. Será que realmente esse é o caminho? Ou é melhor alcançarmos um estado inabalável diante de qualquer circunstância?
O estado de paz

Roteiro do episódio #85 – A Paz, a busca pelo desconhecido , do podcast Não Dá Para Desouvir, com Kaw Yin e Yan Yin.

Você conhece o estado de paz?

Você quer alcançar o estado de paz?

Como estabelecer uma meta sem conhecê-la?

Como ter motivação constante para o desconhecido?

Será que se as pessoas soubessem o que é a paz e qual é o caminho para a paz, isso aceleraria o seu processo?

Por que as pessoas não estão em paz?

Por que as pessoas não conhecem o estado de paz?

O que tem afastado as pessoas do estado de paz?

A paz é um estado interno ou é algo que depende das circunstâncias?

Se a paz depende das circunstâncias, então teremos que mudar todas as circunstâncias que tiram a sua paz, para que você possa ficar em paz.

Será que a sua paz depende realmente disso?

A paz é algo que eu preciso dizer: “eu estou em paz nessa circunstância” ou eu posso dizer: “eu sou a paz”, independente da circunstância, e para poder reconhecer isso eu preciso saber mais sobre mim mesmo?

Se a paz é um estado interno, que pertence ao que eu sou, então eu preciso saber, a partir de mim mesmo, por que eu não tenho estado em paz e por que eu não estabeleci o estado de paz como uma constante em minha vida ou porque eu não decidi apenas aceitar o que é uma condição natural da minha existência.

E se eu não decidi pelo estado de paz como uma constante em minha vida, por que eu não fiz isso, se esse é o meu estado natural e eu sou livre para viver isso?

Se eu sou livre e não escolhi pelo estado natural de paz, é porque estou escolhendo livremente por outra coisa.

Que coisa é essa que tem sido mais desejável que a paz, tendo como base o fato de que eu sou livre para fazer minhas escolhas?

Como eu consigo justificar a escolha de abandonar a paz que é minha, para adotar uma vida de conflitos internos e externos?

Onde estaria o que eu preciso ver para aceitar reverter totalmente essa escolha para, conscientemente, optar definitivamente pela paz?

Como eu posso ver o que me faria mudar esse estado interno de conflito, para que nunca mais ele pudesse se manifestar em minhas emoções e em meus relacionamentos e, dessa forma somente a paz pudesse estar presente em todas as circunstâncias?

Quando pensamos em respostas, precisamos não nos esquecer que há uma única verdade que pode ser considerada verdadeira pois, somente a verdade é verdadeira.

Nada que não seja a verdade pode ser verdadeiro. 

Se considerarmos que há apenas uma verdade, conseguiremos admitir que essa única verdade não está vinculada com o sistema de pensamento que decidimos adotar de forma personalizada e relativizada à nossa história pessoal.

Sendo assim, não podemos acreditar que compreenderemos o que nos chega em forma de cenários e relacionamentos, a partir da composição dos nossos pensamentos condicionados à nossa história.

Precisamos deixar que o que chega nos mostre o que é e de onde veio, pois tudo o que nos é comunicado está vindo de algum sistema de pensamento que não é o nosso e precisa ser compreendido desde a sua origem.

Como é isso na prática:

Alguém fala com você e você imediatamente acredita que entendeu. Não, você não entendeu, porque entender significa compreender como nasceu essa ideia que chegou. 

É necessário ir até o endereço de onde ela saiu e compreender a sua formação a partir de lá.

Não se trata de certo ou errado, mas apenas de saber a relação entre o que foi dito e a estrutura que elaborou o que foi dito, e que não é a sua estrutura de pensamento, mas sim, a estrutura de pensamento de quem te entregou a ideia.

Para saber o que chegou, você precisa retirar o seu sistema de interpretação e apenas receber os estímulos que estão chegando de um endereço que não é o endereço dos seus pensamentos, mas está chegando algo cujo remetente não é o seu sistema de pensamento, mas veio do endereço do sistema de pensamento do remetente.

Você tem que ler o que chega a partir do endereço do remetente e não do seu endereço.

Se você ler a partir do seu próprio endereço, você não vai ter contato com a mensagem, você vai interpretar a mensagem a partir do que você quer confirmar sobre você mesmo. 

Isso impede a comunicação e reforça a sua auto imagem que você mesmo não gosta, por ser algo inventado por você e que esconde o que você é de verdade.

Isso significa que interpretar não é ver a verdade sobre o que nos chega.

Se interpretarmos o que chega a partir do nosso sistema personalizado de pensamento, não conseguiremos compreender e, não compreendendo, entraremos em processo de discordância para adequarmos o que chegou ao que queremos fazer com isso que é a confirmação do nosso próprio sistema de pensamento que está baseado no que pensamos sobre nós mesmos.

Isso impedirá a comunicação e gerará conflito nos relacionamentos, impedindo que a paz se estabeleça nessas relações.

Tudo que você percebe está sendo percebido a partir de um ponto de referência que você acredita que é o que você é.

Tudo se remete a você. Suas avaliações partem de você e suas metas visam você, a partir do que você acredita que é importante pra você, acreditando que você é o que você pensa sobre você.

Você construiu uma autoimagem que não corresponde à verdade sobre você e você usa todos os relacionamentos para confirmar essa auto imagem.

Essa auto imagem foi construída a partir de uma infidelidade com a verdade sobre você e isso você nunca aceitou como sendo algo que você concorde com você mesmo.

Essa é a causa básica da não aceitação de si mesmo e de todas as interpretações que visam confirmar essa auto imagem, não permitindo que você veja a verdade de todos os fatos.

Se não fosse por esse critério de percepção distorcida, ou seja, se a verdade de cada cena fosse vista, tudo seria compreendido como sendo o mecanismo perfeito para desfazer os equívocos da auto imagem, eliminando a causa dos seus conflitos internos para trazer a paz interna, e a paz dos relacionamentos.

Porém, isso é um resultado desconhecido para quem interpreta tudo o tempo todo.

Isso significa que o estado de paz é desconhecido para quem interpreta tudo o tempo todo.

A paz é um estado natural de ser e de existir na verdade do espírito em unidade com todos e com Deus.

Somente a partir desse estado é que podemos alcançar a paz interna e em todos os relacionamentos. 

Somente a partir dessa condição conseguiremos receber tudo o que chega sem interpretar a partir de uma auto imagem falsa.

Se nos mantemos em contato com o que somos, sentimos amor pelo que somos e pelo que todos são, pois somos uma unidade existencial.

Se partimos dessa unidade, conseguimos ver que a nossa mente é uma só e, dessa forma, conseguimos encontrar o endereço de quem se relaciona conosco a partir de um lugar da mente que compartilhamos.

Esse é o lugar onde sentimos amor e onde sentimos um real interesse em compreender e não interpretar. 

Esse é o lugar da paz e do reconhecimento da perfeição de tudo e de todos que se inter-relacionam no caminho que nos leva até a verdade universal, cujo endereço é a realidade que compartilhamos com Deus. Esse é o lugar da Paz.

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