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Fui demitido, e agora?

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Ser demitido pode ser visto apenas como um ajuste de rota. Para isso ser assim basta olhar de uma perspectiva realista
ser demitido

Ao ser demitido, entre todas as imaginações que vêm à mente numa hora dessas, uma delas é: preciso de um emprego. Quando você acredita que você precisa de um emprego, então você precisa de um emprego. Não é o cenário que precisa de você, é você que precisa de um emprego. Então você, com uma sensação de falta de emprego, sai em busca de suprir essa sua falta. 

O que muitas pessoas ainda não sabem é que aquilo que elas pensam sobre elas mesmas vai interferir no resultado das suas buscas. Elas sempre usam as cenas para confirmar ideias que já estão na mente, mesmo que seja preciso distorcer a cena para que o que ela previu pareça concreto e real. Já percebeu isso? (Exemplo: aquela pessoa que costuma se sentir injustiçada comumente vai contar histórias sobre as injustiças que ela experimentou. É estrategicamente impossível que ela conte a história a partir de uma ótica que inclua a compreensão dos demais envolvidos, porque o objetivo central é confirmar que houve injustiça, então ela nem se deixa perceber outros possíveis pontos de vista daquela história.)

Entendido isso, uma vez que você está imerso nessa sensação de falta de emprego, o que você vai encontrar nessa busca? Falta. A falta vai ser protagonista nas próximas cenas, porque já foi estabelecida uma certeza: “estou com falta de emprego”.

Trocando a falta pela Confiança

Você pode mudar esse tipo de atitude para uma outra forma: olhar as coisas que chegam e não pensar nada sobre isso. A CONFIANÇA vai te orientar na certeza de que o que chegou, chegou para ajudar, não para atrapalhar. Chegou como uma dádiva e não como uma ameaça. Você pode não saber de cara para que essas situações chegaram, mas você pode se colocar disponível para atuar.

Com isso em mente, tente olhar para o cenário da demissão de uma maneira mais objetiva, retirando a tentação de julgar a partir de como isso pessoalmente te afeta: “você foi demitido”. Na prática, isto significa que houve uma declaração de que a sua disponibilidade não é mais compatível com a demanda daquele lugar. Aquele lugar tem uma demanda e a sua disponibilidade não está mais compatível com essa demanda.

Agora, você precisa descobrir: a sua disponibilidade está compatível com qual lugar? Quem está precisando de você? 

Aí você confia que está ali, naquela situação para alguma finalidade, mesmo sem saber exatamente pra quê ainda. Não faça nenhum julgamento, se é bom ou ruim. Fique olhando sem pensar nada, assistindo, e você vai perceber que tem uma coisa que você precisa fazer ali e que vai ser muito legal. Isso vale para QUALQUER situação.

E conforme você age assim, a partir da descoberta de qual é a necessidade que corresponde à sua disponibilidade, o próprio meio te devolverá a sua participação de uma maneira extremamente agradável pra você, porque você entregou a sua disponibilidade, o seu Amor, sem querer nada e as pessoas ficam muito felizes e não tem como elas não se sentirem gratas por você. 

Nesse fluxo de observação sem julgamento e de disponibilidade despretensiosa, você gerará um fluxo muito preciso, porque não vai ficar interpretando, vai compreender as cenas exatamente como elas são. Não vai distorcer as cenas para confirmar coisas que você já pensa. Você só confia: “essa cena está na minha frente por bons motivos e isso é bom pra todo mundo.”

Na prática…

O foco mental é esse: “Eu estou disponível e gostaria que Deus colocasse na minha frente quem precisa de mim. Em cada cenário onde as pessoas precisam de mim, eu gostaria que Deus me ajudasse a entender do que é que elas realmente precisam, e como usar a minha disponibilidade do jeito mais objetivo e mais otimizador nas soluções dessas demandas, conforme a orientação que Deus vai me dar.”

Esse foco é preciso, porque no atendimento a essas demandas há um propósito verdadeiro, que é aproveitar essas oportunidades para levar às pessoas o que todas elas precisam: descobrir qual é a função delas no mundo, o que elas estão fazendo aqui, pra que a disponibilidade delas serve. Ou seja, você vai ajudar as pessoas a encontrarem esse lugar onde elas são úteis.

Mão na massa

Você pode deixar público o fato de que você está disponível. As pessoas que estiverem precisando de você vão gostar de saber que você está disponível. Faça o que precisa ser feito para divulgar sua disponibilidade, mas lembre-se sempre de que não é você que precisa de algo, você está disponível e quem precisar de você, achará você. E aí, quando houver um chamado para você atender uma necessidade, um novo fluxo de entrega começa.

A confiança está nesse lugar: você tem o que alguém precisa. Você tem habilidades que as pessoas precisam. 

Você não é demanda, você é solução. Quem gerou a sua existência reconhece isso na existência da própria Fonte criadora. Você já é necessário a Deus, se não fosse assim, você nem existiria. Então você é útil a Deus. E nesse compartilhar da existência com Deus, você vai receber de Deus as orientações de como você pode usar essa parceria, essa unidade com Deus no mundo. Com essa mentalidade, você está aqui para resolver e não para demandar. E essa postura vai gerar muita procura por você.

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