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Onde está a semelhança entre nós e Deus?

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Você já parou para pensar onde está nossa semelhança com Deus? Mesmo? Que tal compreender isso definitivamente até termos a certeza de que não estamos enganados sobre Deus?
semelhança com Deus

Roteiro do episódio #72 do podcast Não Dá Pra Desouvir, com o tema Onde está a semelhança entre nós e Deus? , por Kaw Yin e Yan Yin

Hoje vamos começar fazendo uma pergunta à vocês:

ONDE ESTÁ A SEMELHANÇA ENTRE NÓS E DEUS?

Você já pensou nisso antes? Já olhou para isso? Já se perguntou qual a sua semelhança com Deus? 

Vamos olhar definitivamente para isso? Que tal? Vamos buscar até encontrar uma forma de termos a certeza de que não estamos enganados sobre Deus, seus pensamentos, sua condição de nos proteger, sua presença em nossa vida e as possibilidades de nos sentirmos em acordo com a Sua Vontade, sem sentir que, de alguma forma, a nossa liberdade possa ser ameaçada? Vamos lá então?

Ok, Vamos então nos concentrar nessa conversa que, talvez, seja a conversa que mais exige abertura para que possamos realmente nos comunicar, para conversarmos sobre o que há de mais importante em nossa vida e que é, ao mesmo tempo, indizível ou impossível de traduzir simplesmente por palavras ou por processamentos analíticos de pensamentos separados ou individuais.

O que o mundo, normalmente ou comumente, chama de vida ou de realidade é tudo o que os sentidos percebem em termos de imagens, sons e movimentos e isso parece inquestionável, ou seja, isso é a vida e isso é a realidade de cada um, pois ver com os próprios olhos ou tocar com as próprias mãos é considerado garantia de contato com os fatos.

Além disso, a fonte de todo o discernimento de valor e todo o processo de significação dos itens e das ocorrências do cenário está no sistema de pensamento que cada um constrói a partir de um processo individual de formação de uma personalidade e a partir das relações de cada um com sua história pessoal e particular.

Dessa forma, nesse processo, tudo se estabelece e determina a maneira como cada indivíduo se reconhece, se identifica e se autoprotege de qualquer ameaça a esse sistema de pensamento que parece, agora, representar a sua própria identidade.

Mas, se cada um entende a vida e a si mesmo através de um processo individual em uma história estritamente pessoal e, se cada pessoa for um resultado genético entre um pai e uma mãe, onde entra Deus nessa história e onde está a nossa semelhança?

Como podemos atribuir os reais valores a todos os nossos relacionamentos, reconhecendo todos eles, pai, mãe, amigos, filhos, etc, por sua imprescindível importância em nossa vida e, ao mesmo tempo, tornar clara e realista a presença de Deus em nossos dias, assim como a identificação indubitável dos atributos herdados de Deus que nos faz, inegavelmente, semelhantes ou iguais a Ele?

Quando você faz qualquer coisa no seu dia, onde está Deus? Se você abre a torneira, porque você tem que lavar a mão, ou lavar uma louça, ou beber água, onde está Deus? Quando você está lavando o corpo no banho, guardando o carro na garagem, passeando com o cachorro, fazendo comida, qualquer coisa… onde está Deus?

Precisamos, em algum momento, olhar definitivamente para o fato de que, de alguma forma, existimos e, se existimos, isso é alguma coisa que já existe antes que possamos pensar em algo e essa existência tem um propósito que também antecede nossos pensamentos a respeito desse propósito.

O fato de não olharmos para isso, e de passarmos o que chamamos de dia e o que chamamos de noite envolvidos em atividades físicas ou mentais, que, em um chamado tempo, mantém a nossa mente ocupada, isso tudo não faz com que o propósito da nossa existência passe a ser qualquer coisa determinada por esse expediente que inventamos e que preenche esse tal de tempo.

Não podemos olhar para isso imaginando que a Verdade sobre nossa relação com Deus depende do que cada um pensa ou acredita, conforme seu histórico pessoal e influências de formação religiosa, cultural, acadêmica, ou qualquer outra referência que jamais poderá ocupar o lugar da realidade que simplesmente é o que sempre foi e nunca deixará  de ser.

Independente do quanto cada um se aproximou ou não da Verdade sobre Deus e sua Criação, a Verdade continua sendo a mesma, independente de quem teve contato com ela ou não.

O fato é que há uma Verdade que corresponde à Realidade que nos mostra que existimos e que nossos atributos reais independem da concordância ou discordância de quem quer que seja.

E se há uma Verdade sobre isso, precisamos ter contato com ela e adotá-la em nossos dias e noites para que possamos eliminar qualquer conflito de identidade e toda sensação de falta que sentimos quando estamos sem contato com nossos reais atributos. 

Se nossos reais atributos são a própria herança de Deus, nossa condição natural de existir tem que, necessariamente, possuir, intrinsecamente, a natural sensação de plenitude que, se assim é, é porque Deus assim provê, por extensão de Seus Próprios atributos. 

Temos, portanto, que restabelecer esse contato com Deus, se é que queremos realmente ser felizes e plenos, e tenham toda certeza: todos nós queremos, mesmo não sabendo exatamente como alcançar isso.

O fato é: nós existimos e isso sim é um fato irrefutável porque, independente do que pensamos, existimos para poder pensar. 

Deus existe e isso é um fato. 

Não é difícil sentir e perceber esse fato porque não é difícil sentir e perceber que não criamos a nós mesmos.

Também não é difícil aceitar a infinita grandeza da existência universal, assim como não é difícil olhar para alguém que se vê como um indivíduo e ver que não se pode esperar que ele tenha respostas universais a partir da sua individualidade.

Sendo assim, precisamos admitir que há algo a ser encontrado em nós que transcende os estreitos limites da individualidade.

Se fomos criados por Deus, tem que haver algo em nós que nos conecta com realidade de Deus e que nos traz o que vem dessa Realidade, ou seja, que vem desse fato de que há algo de semelhante ou igual entre Criador e Criatura.

Não faria sentido Deus criar um universo existencial sem limites e colocar um insignificante indivíduo dentro disso para se virar com isso.

Deus não seria confiável e nem amoroso se tivesse feito isso.

Deus é Amor e o Amor não é assim.

Deus criou a existência universal e criou o Seu Filho com a mesma ilimitada grandeza, capaz de usufruir e cocriar com Ele através do compartilhar dos mesmos ilimitados atributos oniscientes, onipotentes e onipresentes que, em unidade absoluta, coexistem em perfeito estado de Amor e perfeita Paz eterna.

Obviamente, essa não pode ser uma instância de corpo, nem para nós, nem para Deus.

Nossa semelhança com Deus não está no corpo, mas no espírito.

Nossa semelhança está no que há de real em nós e nossa realidade é plenamente espiritual assim como a realidade de Deus.

Deus não é um corpo e, portanto, nós também não.

Somos espírito e Deus também.

Espírito não tem imagem e, portanto, não tem forma.

Espírito é realidade abstrata e una, sendo, portanto, inseparável e indivisível.

Corpo é a ilusão da imagem concreta que parece tornar as coisas separadas por espaços imaginados para justificar e tentar provar que a separação é possível.

Você vê uma imagem, um espaço e uma outra imagem; um corpo, um espaço e um outro corpo; uma pessoa, um espaço vazio e outra pessoa.

As pessoas parecem estar separadas porque parece que elas são esse corpo com o qual elas se manifestam, mas, na realidade, elas não são o corpo, elas são espírito e se o espírito não tem imagem, não dá para saber onde termina um e começa o outro.

É aí que encontramos a nossa unidade e a nossa semelhança em relação a todos e em relação a Deus.

Nossa semelhança com Deus tem que estar no que é real e não em ilusões.

Nossa semelhança com Deus está no espírito cuja realidade é tão somente Amor.

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